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quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Caramba

"Ó senhor da loja, já que a vida é curta, diga-me lá, se souber, quantos metros tem a dor?

E já que, ainda por cima, a vida é pesada, diga-me lá, se puder, quantos quilos tem o amor?

E já que a paciência tem os seus limites, diga-me lá quantos são, que é p´ra eu saber se espero ou não."

Sérgio Godinho

sexta-feira, 30 de julho de 2010

1

Alguma vez sentiste que foste/és uma má pessoa?

quarta-feira, 28 de julho de 2010

breve...


Se vivo na ilusão, vivo na confusão
Se me entrego à alucinação, distorço a real visão
Mas não... não há comunicação
Entre eu próprio e o próprio 'eu'
Entre o que é meu e o que é 'seu'
Não me defino caminhos, mas seduzem-me destinos
Não existe audácia, atrevimento, coragem
Nem tão pouco perspicácia, andamento, para aguentar a dita miragem
O engano... de achar, imaginar, arquitectar
Seguido de um desencanto... de parar, distanciar, conformar
Consciente...
Ciente da falsa perspectiva imaginável
De ser realizável
Poder ter... tudo
Sem perder... nada

Risy achas que com isto sou negativo? Não... acima de tudo é sinal que procuro... uma (ainda) (inocente) esperança

segunda-feira, 26 de julho de 2010

um.. apenas um..

um respirar (de novo),
(n)um (novo) acordar,
(de) uma emoção renascida
um medo clássico, inocente,
uma (primeira) vez,
uma falta de ar,
(n)um momento único que quero repetir,
(de) uma recordação (que já não me recordo)
(n)uma marcação,
(de) um momento,
(de) uma (pequena) história que faça parte da minha história
uma situação embaraçosa
uma qualidade única de um (des)embaraço
(de) um (primeiro) abraço
uma partilha
(de) uma sensação (qualquer)
uma falta (de tudo)
uma fuga (de tudo)
um(a) (ausência de) medo
(por) um minuto (que seja)
(por) um único segundo (que fique)
(n)uma (total) indiferença (pela possibilidade de arruinar tudo)
um orgulho (que desapareça)
um golpe (cruel),
um risco,
uma (constante) dúvida,
(n)uma (in)capacidade de (fazer) sofrer,

uma vontade,
de perder a segurança que me imponho todos os dias,


risy continuas-te a rir porque sabes que me tens controlado...

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

As nuvens de onde tu vens!

"Como
os casmurros dizem
que os poetas
andam nas nuvens,
eu digo que é
para caminhar no macio
e preservar os pés!"
Laureans

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

final credits?


Um som, um toque, um ruído

Desperto para uma existência sem sentido

Pois não sinto amor, não sinto nem pavor

Não sinto o temor de só poder ficar a dor

E passo a tempo a pensar, a reflectir

sem saber se devo renunciar ou resistir

Contigo, e de ti, te digo que senti,

Segundos (e)ternos de (res)sentimentos em mim,

E quero voltar a adormecer,

Entrar no mundo imaginário e aí poder receber

Carinho_ cenário desse tal caminho

De um sonho irreal cujo fim já adivinho

Mas qual o motivo….

Do final modesto de um sonho_ tão positivo? (…)

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

"Sei lá... o que vou fazer!!!"

"Imagino uma estrada nunca antes atravessada, coberta pela mais densa neblina cerrada. (Não vês, nem sabes o que está do outro lado; bom destino ou abismo mais desgraçado.) És terminantemente obrigado a atravessá-la e é tudo uma questão de coragem para enfrentá-la. Sem brio, aceleras a fundo em território frio e páras entre os sons da floresta e o silêncio de um rio."

BdRS

Risy, agradeço por viver no paraíso geo-físico, mesmo que num inferno i-mental! :)

CUM on in... and replace my dildo!

Totalmente fora!
Sinto, apenas dentro de mim.
Sinto-me apenas(,dentro de mim). Porém...

Entretanto, de uma novela desfasada no tempo e no espaço, ressoa um piroso: "Você nunca mais vai-se separar de mim!" (Não fosse este o canal público de radiotelevisão - ilustrando, nomeadamente, a sua antiguidade)
É a emoção... é da emoção... é com a emoção... é para a emoção... é pela emoção...
(Onde andas, Emoção? Risy, diz-me!!!)

Perdido nas 178 páginas de um manuscrito, realizado em papel formatado pelo MS.Word (versão 2003), sobressaem(-me) 3 palavras (e + 3):

CUM on in - Cama ou ninho?

enfim...
( . )( . )
( Y )

Palavras para quê?
Palavras para nada!
Overdose de palavras... over-word... over tudo.....
E....
Se esta merda é um jogo,
Game Over!

(bato na máquina. grito! expludo... volto a meter moeda, depois de meter a mão no bolso (já que não meto mais nada aonde nada se retira), que este nível está quase!)

Risy confortas-me com um futuro, porque...
"Tenho a certeza que ainda estou por nascer... não desespero! Sei quem sou, de onde venho, o que tenho, o que quero.... (ou não!)"

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Me&U U&Me



Smokey Robinson a dar lições, afinal... "é de pequenino que se torce o pepino!"
Ou que se torce U... Risy, não sabes!!?!

sábado, 2 de janeiro de 2010

(primeira mensagem de 2010)

"only when our hearts are
empty of the things of the mind
is there love
without separation, without fear
there is only love
there is no you or me in this state
there is only a flame without smoke"

- J. Krishnamurti

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Capítulo 1: exemplificação do Poder de um Sorriso

Risy, dás-me um abraço porque sabes que as nuvens passaram? Risy, olhas-me nos olhos, porque só assim tem de ser. Risy, percebes que as palavras doem, os olhares ferem e o silêncio mata, mas... com um sorriso tudo se esquece!

"Now on the regular, not a church girl / she was secular, not about the money / somebody redirected her / I know I met her at a earlier age / but she dont' look the same way on a page / got a brother confused / and I ain't willing to lose / You can believe me a fool / when its cool, cause after all of this music / I tell her "je ne parle pas francais" / but when the rhythym is cool / it doesn't matter if together we move / Come on!"

Risy, dizes que sou louco... (Acho que tens razão!)

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Deixando de ser normal

"Tu es normal / Tu respecte chaque critère / Normal et pas un cheveu de travers / Tu es normal / Ton destin linéaire / Normal et ça ç'est le monde a l'envers

(...)

Mais tu es normal / Et les yeux rarement vert / Normal un voile sur les paupières / Tu es normal / Tout tes rêves aux vestiaires / Normal et ça ç'est le monde a l'envers (...)"

Hocus Pocus - Normal

Apesar da frieza que me invade, devido a este INverno rigoroso, é com alguma ironia que sinto o cinto a apertar, na época natalícia!

Detesto a delícia característica deste período, servida gélida e em tom sarcástico...

Penso que sim, penso que não... Penso, penso, penso. Penso sem solução...

Isto é como tudo... "longe da vista, longe do coração" (ou não!)

Risy, ignoras(-me) os mom-mentores... (lololol) feliz navidad

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

É Natal, porque me sinto tão mal?



"Learning to breathe again
for the first time
In so long now
Learning to see again
through my pride
Learning to speak again
from my heart
Learning to be a friend
for the first time
for the first time
in so long
for so long (x7)

Feel like I'm losing time
when I worry'cos yesterday won't change
Starting to free my mind
from the shadow of doubt
that keeps me in darkness
testing the air outside
my chamber into the danger
pushing my limits high
to the red line and over
and why have i waited
so long
for so long (x6)
oh
why have I waited?
why have I waited, yeah
well it's hard to be happy
in a world that's so cruel
where the weak just get weaker
where the powerful feud
where the children go hungry
while the soldiers stand by
lay down your weapons
take hold of your lives
and when will we learn
that it's hate that breeds hate
only love is the cure
don't leave it too late
get up, and feel it
the truth that won't wait
if we choose to do nothing
then we take all the blame"

Então, quem me ensina a ser feliz?




Risy, cheguei à conclusão que os postitivistas não percebem os negativistas, enquanto os negativistas percebem e invejam os positivistas!

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

As linhas de inflexão não são mais que prisões

Eu, Tu, Ela(s), nós, (voz,) ELES
Domingo, Chuva, Casa, Sala, Sofá, Com-puta-dor
Telemóvel, Internet, Blog, Chat, Com-versa
Escola, Ela(s), Trabalhos, Eu, isto...

"tinha muito e tao pouco mas esse tao pouco parecia m muito pra conseguir m enganar com o tao pouco q tinha..."
Flávio Montano
Risy... é isto!

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

risy é isto que me vai assustando


O que hoje me assusta. O Tempo. O que passou. O que passa. O que passará.

Cada vez mais vejo no Tempo a importância que nunca lhe dei… assusta-me pensar na rapidez com que ele se esgotou… na facilidade com que ele se desvanece agora no meu uso cada vez mais rotineiro da palavra “passado”.

Interrogo-me agora, de forma quase obsessiva, das escolhas e possíveis variantes de um qualquer trajecto. Assumo o gozo em relembrar esse passado, em pensar nos percursos tomados e nos momentos por eles criados. Apercebo-me com isso que tal obsessão apenas subsiste porque, cada vez mais, me vejo aprisionado num qualquer fado inerente a um mundo que, de forma consciente (acredito), se vai sustentando através da tua (nossa) dependência dele. Dependência essa que, envolvendo-nos a todos, me vai provocando o sentimento de estar inevitavelmente ‘condenado a ser como todos os outros um dia’, perdido num labirinto, sem perceber como sair.

Válido será questionar se serei, de facto, ‘como gado com o jugo, mais um puto condenado ao lucro’. Pragmaticamente, sou tentado cada vez mais a afirmar: esvaziam-se assim, neste presente, as inocentes fantasias (passadas) da existência de um “eu” perante todo o sistema através do qual toda uma espécie (sobre)vive.

O negativismo inerente a tal afirmação torna-se, aparentemente, aspecto evidente de um realizável conformismo. Dois “ismos” profundamente perturbadores. Nesse sentido, reflicto, paro… Prefiro imaginar que, na verdade, reconhecer no presente tal inevitabilidade, se poderá converter no primeiro passo de uma nova viagem, alimentada pela íntima vontade (passada) de ultrapassar tal destino.

No que acredito...

A dita obsessão em relembrar o passado, com as suas inocentes aventuras, descobertas, vadiagens e aprendizagens, tornou-se, na verdade, no principal motivo deste quadro cinzento sobre o qual se vai revelando o presente. A vontade de o ter de novo provoca um inevitável contraste com a realidade de (necessária) adaptação do presente.

Mas (e haverá sempre um “mas”, espero) será também ele o motivo (e motivação) para a (inocente) imaginação e criação de um outro (e próximo) futuro, (novamente) com as suas fantasias, devaneios e ficções… serão esses fantasmas de um passado alimentado pelo inconformismo (e seus valores) que me permitirão ultrapassar o (aparentemente óbvio) tempo presente... com a positividade que quero (e sempre quis) que me envolva…

Risy espero não estar errado…


segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Excertos. Internacional Situacionista - Antologia... (em actualização)


"As Máquinas Idílicas
Em Maio de 1962 foi difundida a imagem dum protótipo americano que serve para transcrever directamente as palavras num teclado de máquina de escrever. A human touch da publicidade desta invenção reside naturalmente na felicidade da secretária: doravante basta-lhe olhar para a máquina a escrever sozinha. Sem examinarmos aqui as reais incidências económicas desta modernização do trabalho das secretárias, convém notarmos a que ponto semelhante imagem traduz um sonho básico da sociedade actual (os devaneios dominantes duma época são os devaneios da classe dominante). É a expectativa de um momento da evolução social em que a contemplação passiva das máquinas da produção passaria a articular-se, sem ruptura sensível, com a contemplação passiva das máquinas do consumo. Num nirvana tecnicizado do puro consumo passivo do tempo, tudo o que haveria a fazer consistiria em ver fazer; e sendo este 'fazer' apenas o das máquinas, seria para sempre o dos proprietários de máquinas (apagando-se cada vez mais a propriedade júridica - direito de usar e abusar - em proveito do poder dos programadores competentes e paternais)."

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"(...) a força desta sociedade, o seu temível génio automático, pode avaliar-se neste caso extremo: se um belo dia ela brutalmente declarasse impor uma existência de tal modo vazia e desesperadora que a melhor solução seria as pessoas enforcarem-se, ainda assim conseguiria abrir um negócio salutar e rentável com base na produção de cordas uniformizadas."

terça-feira, 18 de agosto de 2009

JCJC

domingo, 9 de agosto de 2009